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Esta quarta feira, em Estrasburgo, Sara Cerdas interveio no debate em plenário ‘Luta contra o cancro’.



A eurodeputada socialista madeirense defendeu mais apoios para a investigação científica, com estudos sólidos, no sentido de basear as decisões na melhor evidência científica.

“O investimento atual da UE é insuficiente para atingirmos os objetivos a que nos propusemos.


É necessário aumentar o investimento na prevenção primordial e primária, através de políticas que favoreçam melhores hábitos de vida e ambientes saudáveis, bem como na deteção precoce do cancro.”, afirmou Sara Cerdas em plenário.


Atualmente o cancro é a segunda causa de morte na União Europeia e representa um grande impacto para os sistemas de saúde e para a economia europeia. Só em 2018 ocorreram 3 milhões de novos diagnósticos, sendo que 30 a 50% destes casos poderiam ser evitados através da redução de fatores de risco e da implementação de estratégias preventivas baseadas na evidência. Foi com base nesta premissa que a eurodeputada decidiu afirmar a sua posição e defender mais investimento para a pesquisa contra o cancro.

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A eurodeputada socialista madeirense, Sara Cerdas, questionou esta tarde o atual Comissário Europeu responsável pelo Ambiente, Assuntos Marítimos e Pescas, Karmenu Vella, sobre quais serão as estratégias a implementar nas regiões ultraperiféricas (RUP) para a conservação das espécies marítimas, minimizando o impacto económico e social.



Tendo em conta as especificidades e a forte ligação das RUP com o mar, bem como as alterações climáticas e o aumento da poluição dos mares, Sara Cerdas defende a criação de estratégias para a conservação das espécies marítimas, mas que salvaguardem as questões económicas e sociais associadas ao sector marítimo, como é o caso, na Madeira, de empresas e famílias ligadas ao sector do turismo e das pescas.


Para a eurodeputada, “apesar da emergente necessidade de estratégias que defendam a biodiversidade, é importante não esquecer que o trabalho e o sustento de algumas pessoas, em especial na Madeira, dependem do mar. Portanto, é necessário haver um equilíbrio entre estas questões, para que nenhuma parte seja prejudicada”.


A troca de pontos de vista decorreu durante uma reunião com a Comissão de Ambiente, Saúde Pública e Segurança Alimentar (ENVI), onde se pretendia debater os desenvolvimentos a nível internacional no domínio da biodiversidade.

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