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A eurodeputada socialista madeirense Sara Cerdas foi nomeada pelo grupo dos Socialistas e Democratas Europeu para presidir o Grupo de Trabalho em Saúde do Parlamento Europeu.



Para Sara Cerdas, “é sem dúvida uma grande honra e responsabilidade ter sido escolhida para este cargo. Esta posição é uma excelente oportunidade para trazer à discussão no Parlamento Europeu as temáticas relacionadas com a saúde, assim como defender a promoção da saúde e bem-estar para todos os cidadãos europeus. Será possível discutir um maior acesso equitativo à saúde tendo em conta, por exemplo, as necessidades sentidas nas Regiões Ultraperiféricas, como é o caso da Madeira, bem como o investimento e investigação nesta área”.


A eurodeputada considera que esta nomeação resulta de um intenso processo negocial, que demonstra como o grupo dos socialistas e democratas Europeu está empenhado em discutir e aprofundar a discussão da saúde no Parlamento Europeu.


O Grupo de Trabalho em Saúde é uma estrutura associada à Comissão de Trabalho do Ambiente, da Saúde Pública e da Segurança Alimentar (ENVI), que acompanha e debate as temáticas de saúde europeias, com profissionais e instituições de saúde, investigadores, universidades e organizações governamentais e não governamentais. 

Os Presidentes são responsáveis por planear e coordenar o trabalho do grupo, bem como gerir toda a sua conduta e os temas a discutir.


Esta partilha de conhecimento permitirá trazer à atenção da Comissão ENVI temas cruciais no âmbito da saúde e influenciar o processo legislativo dentro do parlamento. O grupo de trabalho lida com questões como pesquisa sobre cancro, doenças transmissíveis e resistência a antimicrobianos, saúde ambiental, doenças mentais, doenças cardiovasculares, promoção de estilos de vida saudáveis, tecnologia e sustentabilidade nos sistemas de saúde.

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A eurodeputada Sara Cerdas interveio ontem, em plenário, no debate sobre a ‘Luta Contra o Cancro’, para questionar quais as estratégias concretas que a Comissão irá adotar para reduzir os fatores de risco determinantes para o desenvolvimento da doença oncológica.



Na sua intervenção, a deputada madeirense ao Parlamento Europeu exigiu respostas. “Não basta estarmos em debates, precisamos de agir e implementar medidas. Os cidadãos querem resultados concretos e eficazes, querem um maior investimento na investigação para o cancro e no desenvolvimento de novas tecnologias de diagnóstico e de tratamento, bem como um melhor acesso aos fármacos.”


Em setembro, em Estrasburgo, Sara Cerdas já tinha intervindo em plenário no mesmo debate, onde defendeu mais apoios para a investigação científica. No entanto, a resposta obtida não foi, na sua opinião, suficientemente esclarecedora e, por isso, sentiu necessidade de reforçar e questionar novamente a Comissão.


Sara Cerdas pediu à Comissão um trabalho mais articulado entre o Parlamento Europeu, através da sua Comissão Parlamentar ENVI, a Comissão Europeia e o Conselho, no sentido de mitigar a duplicação de esforços, com um melhor uso de recursos disponíveis e de forma a dar uma resposta eficiente aos cidadãos.


O cancro é atualmente a segunda causa de morte na Europa, sendo em 2018 foi responsável por 1,4 milhões de óbitos, número este em tendência crescente na última década. Destes casos, 30 a 50%, poderiam ser evitados através da redução de fatores de risco e da implementação de estratégias preventivas baseadas na evidência.

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Para assinalar o Dia Mundial de Saúde Mental, a eurodeputada madeirense Sara Cerdas promove, no Parlamento Europeu, um evento para discutir a prevenção do suicídio.


Em declarações, a eurodeputada destacou o facto de o suicídio ser um dos grandes desafios para a saúde pública. Para minimizar esta problemática, considera ser “crucial eliminar o estigma e discriminação que está associado à doença mental, sendo urgente apostar na criação de estratégias para implementar programas que promovam a saúde mental e o bem-estar ao longo da vida, contribuindo para a criação de ambientes promotores de bem-estar.”


Para Sara Cerdas, uma outra aposta consiste no aumento dos serviços de apoio social e de cuidados de saúde mental que respondam às necessidades da população, em especial às populações mais vulneráveis.



Segundo a Organização Mundial da Saúde, a cada 40 segundos alguém coloca o término à sua vida através do suicídio. O suicídio é responsável por quase 60 mil mortes anuais só na União Europeia, mortes que podem e devem ser evitadas. Só na Madeira, em média, são contabilizados 20 casos de suicídios por ano.


A depressão é uma das principais doenças mentais e a principal causa do suicídio. Uma vez que grande parte destes doentes não procura ajuda, devido ao estigma e discriminação associado, os doentes com esta patologia não têm o tratamento adequado, sendo por isso necessário continuar a existir campanhas de sensibilização.


O evento reúne utentes, especialistas em saúde mental e políticos para uma discussão alargada, no sentido de alavancar compromissos entre todas partes, que advenham em melhores resultados em saúde e na criação de soluções para as doenças mentais.

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