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A eurodeputada Sara Cerdas interveio ontem, em plenário, no debate sobre a ‘Luta Contra o Cancro’, para questionar quais as estratégias concretas que a Comissão irá adotar para reduzir os fatores de risco determinantes para o desenvolvimento da doença oncológica.



Na sua intervenção, a deputada madeirense ao Parlamento Europeu exigiu respostas. “Não basta estarmos em debates, precisamos de agir e implementar medidas. Os cidadãos querem resultados concretos e eficazes, querem um maior investimento na investigação para o cancro e no desenvolvimento de novas tecnologias de diagnóstico e de tratamento, bem como um melhor acesso aos fármacos.”


Em setembro, em Estrasburgo, Sara Cerdas já tinha intervindo em plenário no mesmo debate, onde defendeu mais apoios para a investigação científica. No entanto, a resposta obtida não foi, na sua opinião, suficientemente esclarecedora e, por isso, sentiu necessidade de reforçar e questionar novamente a Comissão.


Sara Cerdas pediu à Comissão um trabalho mais articulado entre o Parlamento Europeu, através da sua Comissão Parlamentar ENVI, a Comissão Europeia e o Conselho, no sentido de mitigar a duplicação de esforços, com um melhor uso de recursos disponíveis e de forma a dar uma resposta eficiente aos cidadãos.


O cancro é atualmente a segunda causa de morte na Europa, sendo em 2018 foi responsável por 1,4 milhões de óbitos, número este em tendência crescente na última década. Destes casos, 30 a 50%, poderiam ser evitados através da redução de fatores de risco e da implementação de estratégias preventivas baseadas na evidência.

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Para assinalar o Dia Mundial de Saúde Mental, a eurodeputada madeirense Sara Cerdas promove, no Parlamento Europeu, um evento para discutir a prevenção do suicídio.


Em declarações, a eurodeputada destacou o facto de o suicídio ser um dos grandes desafios para a saúde pública. Para minimizar esta problemática, considera ser “crucial eliminar o estigma e discriminação que está associado à doença mental, sendo urgente apostar na criação de estratégias para implementar programas que promovam a saúde mental e o bem-estar ao longo da vida, contribuindo para a criação de ambientes promotores de bem-estar.”


Para Sara Cerdas, uma outra aposta consiste no aumento dos serviços de apoio social e de cuidados de saúde mental que respondam às necessidades da população, em especial às populações mais vulneráveis.



Segundo a Organização Mundial da Saúde, a cada 40 segundos alguém coloca o término à sua vida através do suicídio. O suicídio é responsável por quase 60 mil mortes anuais só na União Europeia, mortes que podem e devem ser evitadas. Só na Madeira, em média, são contabilizados 20 casos de suicídios por ano.


A depressão é uma das principais doenças mentais e a principal causa do suicídio. Uma vez que grande parte destes doentes não procura ajuda, devido ao estigma e discriminação associado, os doentes com esta patologia não têm o tratamento adequado, sendo por isso necessário continuar a existir campanhas de sensibilização.


O evento reúne utentes, especialistas em saúde mental e políticos para uma discussão alargada, no sentido de alavancar compromissos entre todas partes, que advenham em melhores resultados em saúde e na criação de soluções para as doenças mentais.

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A eurodeputada Sara Cerdas promoveu hoje no Parlamento Europeu um debate sobre a Digitalização na área da Saúde. 


Sara Cerdas considera ser crucial ter uma estratégia coordenada para melhorar a digitalização neste setor. “Uma das principais barreiras é a interoperabilidade dos sistemas informáticos, que incapacitam a troca de dados de saúde entre os sistemas e dificultam o acesso à informação por parte dos profissionais de saúde e do cidadão.”


A eurodeputada socialista madeirense realça que as questões de segurança dos dados e confidencialidade dos registos têm de ser garantidas, permitindo assim um aumento da confiança dos cidadãos e dos profissionais de saúde na transformação digital dos serviços. Sara Cerdas defende que “é imprescindível ter dados de saúde de qualidade, para que estes se traduzam em mais e melhor investigação e, consequentemente, na criação de políticas de saúde baseadas em evidência, com a salvaguarda da confidencialidade dos dados e a garantia da anonimidade dos doentes”. 



Durante o debate, um dos pontos discutidos foi a criação de standards para a partilha de dados de saúde entre os diferentes Estados-Membros, bem como fora da União Europeia, possibilitando a mobilidade de doentes e toda a sua informação.


O debate contou com a participação de Andrus Ansip, ex Vice-Presidente da Comissão Juncker e ex-Primeiro-Ministro da Estónia, Iona-Maria Gligor, Chefe de Unidade da Direção Geral Europeia de Saúde e Niklas Kramer, Conselheiro do Ministério da Saúde da Alemanha.

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