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A eurodeputada Sara Cerdas promoveu hoje no Parlamento Europeu um debate sobre a Digitalização na área da Saúde. 


Sara Cerdas considera ser crucial ter uma estratégia coordenada para melhorar a digitalização neste setor. “Uma das principais barreiras é a interoperabilidade dos sistemas informáticos, que incapacitam a troca de dados de saúde entre os sistemas e dificultam o acesso à informação por parte dos profissionais de saúde e do cidadão.”


A eurodeputada socialista madeirense realça que as questões de segurança dos dados e confidencialidade dos registos têm de ser garantidas, permitindo assim um aumento da confiança dos cidadãos e dos profissionais de saúde na transformação digital dos serviços. Sara Cerdas defende que “é imprescindível ter dados de saúde de qualidade, para que estes se traduzam em mais e melhor investigação e, consequentemente, na criação de políticas de saúde baseadas em evidência, com a salvaguarda da confidencialidade dos dados e a garantia da anonimidade dos doentes”. 



Durante o debate, um dos pontos discutidos foi a criação de standards para a partilha de dados de saúde entre os diferentes Estados-Membros, bem como fora da União Europeia, possibilitando a mobilidade de doentes e toda a sua informação.


O debate contou com a participação de Andrus Ansip, ex Vice-Presidente da Comissão Juncker e ex-Primeiro-Ministro da Estónia, Iona-Maria Gligor, Chefe de Unidade da Direção Geral Europeia de Saúde e Niklas Kramer, Conselheiro do Ministério da Saúde da Alemanha.

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Sara Cerdas questionou a Comissão Europeia sobre quais as medidas de ação que levará a cabo para minimizar o impacto no setor do turismo em regiões onde esta operadora tem uma forte atividade, como é o caso na Região Autónoma da Madeira.



No seguimento da falência do operador turístico Thomas Cook, a eurodeputada Sara Cerdas questionou a Comissão Europeia sobre quais as medidas de ação que levará a cabo para minimizar o impacto no setor do turismo em regiões onde esta operadora tem uma forte atividade, como é o caso na Região Autónoma da Madeira.


Sara Cerdas encara esta situação alarmante para o turismo na Madeira e acredita que “é prioritário encontrar soluções imediatas que minimizem o impacto no setor do turismo, de forma a garantir que o efeito do colapso da Thomas Cook não se reverta no decréscimo de ocupação em Portugal e nos diferentes Estados-Membros”.


A eurodeputada socialista, membro da Comissão dos Transportes e Turismo, questionou ainda quais os mecanismos que a Comissão Europeia tenciona ativar de forma a salvaguardar os passageiros que já tenham adquirido serviços junto deste operador.

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Esta quarta feira, em Estrasburgo, Sara Cerdas interveio no debate em plenário ‘Luta contra o cancro’.



A eurodeputada socialista madeirense defendeu mais apoios para a investigação científica, com estudos sólidos, no sentido de basear as decisões na melhor evidência científica.

“O investimento atual da UE é insuficiente para atingirmos os objetivos a que nos propusemos.


É necessário aumentar o investimento na prevenção primordial e primária, através de políticas que favoreçam melhores hábitos de vida e ambientes saudáveis, bem como na deteção precoce do cancro.”, afirmou Sara Cerdas em plenário.


Atualmente o cancro é a segunda causa de morte na União Europeia e representa um grande impacto para os sistemas de saúde e para a economia europeia. Só em 2018 ocorreram 3 milhões de novos diagnósticos, sendo que 30 a 50% destes casos poderiam ser evitados através da redução de fatores de risco e da implementação de estratégias preventivas baseadas na evidência. Foi com base nesta premissa que a eurodeputada decidiu afirmar a sua posição e defender mais investimento para a pesquisa contra o cancro.

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